Este artigo reúne, num só lugar, os principais indicadores econômicos do Brasil, com a data e a fonte de cada número — uma fotografia da economia às vésperas da eleição presidencial de 2026.
Selic: 13,75% ao ano
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a Selic para 13,75% ao ano em 16 de setembro de 2026, o quinto corte seguido de 0,25 ponto percentual. Mais detalhes sobre essa decisão em Selic cai para 13,75%.
Inflação: acima da meta, mas em desaceleração
O IPCA acumulado em 12 meses estava em 4,22% até agosto de 2026, dentro do teto da banda de tolerância da meta oficial (4,5%), mas ainda acima do centro da meta (3%). Já o IPCA acumulado apenas no ano de 2026 (de janeiro a agosto) estava em 3,11%. O IPCA de agosto isoladamente teve variação de -0,32% em relação a julho, sinalizando desaceleração no curto prazo. O funcionamento do índice está detalhado em o que é inflação e como o IPCA é calculado.
Câmbio: dólar perto de R$5,16
O dólar operava na faixa de R$ 5,16 em setembro de 2026, uma valorização do real de cerca de 5% frente à cotação de início de ano, quando a moeda americana começou 2026 sendo negociada a R$ 5,4372.
Desemprego: menor nível da série histórica
A taxa de desemprego medida pela PNAD Contínua do IBGE ficou em 5,4% no trimestre móvel encerrado em junho de 2026 — o menor resultado para esse período em toda a série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. Projeções indicavam possível recuo adicional para 5,3% nos meses seguintes.
Perguntas frequentes
Qual é a Selic atual?
13,75% ao ano, após o corte decidido pelo Copom em 16 de setembro de 2026.
A inflação está dentro da meta?
O IPCA acumulado em 12 meses (4,22% até agosto de 2026) está dentro da banda de tolerância da meta oficial, cujo teto é 4,5%, mas segue acima do centro da meta, que é 3%.
Qual é a cotação do dólar em setembro de 2026?
Em torno de R$ 5,16, valor cerca de 5% mais baixo que o início do ano, quando o dólar era negociado a R$ 5,4372.
O desemprego está subindo ou caindo no Brasil?
Caindo. A taxa de 5,4%, no trimestre encerrado em junho de 2026, foi a menor para o período em toda a série histórica da PNAD Contínua, iniciada em 2012.
Conclusão
O retrato econômico do Brasil em setembro de 2026 combina juros em queda gradual, inflação desacelerando mas ainda acima do centro da meta, câmbio mais valorizado que no início do ano e desemprego no menor nível já registrado pela série histórica do IBGE. Este artigo será atualizado conforme novos dados forem divulgados.


